A Arte do Jin Shin Jyutsu




Jin Shin Jyutsu é uma arte milenar de cura oriental. No mundo moderno, marcado por um estilo de vida corrido e estressante, é cada vez mais comum a sensação de desconfortos físicos, mentais e emocionais provocados por sentimentos e pensamentos desarmonizantes. A Arte  do Jin Shin Jyutsu pode ajudar a reduzir esses incômodos, e até mesmo, eliminá-los por meio da harmonização do fluxo de energia vital.

Jin Shin Jyutsu é a arte de energizar o corpo e a mente, facilitando a percepção do nosso espírito. Consiste de várias sequências de leves toques em determinados pontos do corpo, com o fim de restaurar o fluxo energético e estimular a capacidade de equilíbrio, vitalidade, sustentação e regeneração do organismo. É uma arte de raízes milenares, resgatada no Japão, no início do Século 20, pelo Mestre Jiro Murai. Atualmente está presente em 40 países.


A Energia Vital é que cura, diz o mestre Yogananda


“Geralmente, considera-se a enfermidade como resultado de causas materiais externas.  Poucas pessoas percebem que ela aparece devido à inatividade da força vital no interior. Quando o veículo celular ou tissular da energia vital é severamente lesado, a energia vital retira-se desse local e, consequentemente, os problemas começam”.

“Nem o remédio nem a eletricidade podem curar a doença; só podem estimular ou induzir a energia vital a voltar à parte adoentada do corpo que ela mesma abandonou”.

“A introdução de um elemento estranho – um remédio, a eletricidade ou qualquer outro auxílio intermediário – será indesejável – se formos capazes de usar, diretamente, a força vital”.  Paramahansa Yogananda



Medicina integrativa:



Medicina que integra mente, corpo e espírito

A medicina integrativa integra o ser humano no seu pensar sentir e agir, e também integra várias técnicas terapêuticas da medicina dita oficial e daquela considerada por alguns como complementar. 

O principal objetivo é integrar o psíquico e o somático, que na realidade nunca estiveram separados, mas que desde dos tempos de Platão, vêm sendo considerados como duas entidades distintas. Graças a esse "mal entendido", o homem vem se dissociando e com isso gerando mal estar e doenças em si, na família e na sociedade.


Nos tempos antigos o sacerdote, pajé ou xamã cuidava do ser em sua totalidade: corpo, mente, emoção e espírito. Ele ouvia suas dúvidas, problemas e dificuldades, conhecia sua família, o contexto em que vivia e aconselhava num sentido amplo e integrador. 


Mas isso foi mudando. Surgiram os médicos para cuidar do corpo, os psicólogos para cuidar das emoções e os sacerdotes, pastores e rabinos cuidavam da alma. O homem foi esquartejado, fragmentado e partido, e ninguém mais se entendia como inteiro. Cada parte foi entregue aos cuidados de um profissional diferente.

O médico que a princípio cuidava de toda a família, foi se tornando cada vez mais especializado, e as doenças geradas por simples desequilíbrios emocionais da família, foram se tornando problemas para serem vistos pelos psicólogos, pois as relações médico-paciente ficaram cada vez mais pobres e impessoais

E nas igrejas, templos ou sinagogas as coisas não estavam muito diferentes. Novos e novos adeptos iam chegando, e a antiga intimidade e conhecimento pessoal que havia entre o sacerdote (para usar um nome genérico para o orientador espiritual) e o adepto foram reduzidos a um pequeno grupo mais ativo dentro da comunidade. 

Para alcançarmos o bem-estar é fundamental ver o sistema como um todo integrado e, a partir desta visão, integrar o homem no seu pensar, sentir e agir. Integrá-lo com seu semelhante, resgatar o vínculo original com a espécie; para isso, reconciliá-lo com sua família de origem, sua família atual, assim como com a sociedade, representada, principalmente, pelo trabalho e círculo de amizades. Quando pudemos nos ver como membros de uma mesma espécie e reverenciarmos a vida, tornaremos cada gesto um ato sagrado, e nos reconciliaremos com o universo inteiro.



Perceber que fazemos parte deste universo infinito, que somos poeira de estrelas, que a mesma vida que vive em nós, seres humanos, anima as pedras, as matas, os rios, os animais... nos afasta do principio antropocêntrico - onde o homem era o centro do universo, e  gerou tanta separatividade e destruição no planeta -, nos aproxima de um princípio biocêntrico, onde a vida é o centro de nossas atenções.



Fonte: desconhecida